sábado, 27 de outubro de 2012

O velho Moreira








Esta é minha participação na blogagem coletiva com o

tema Lendas urbanas do Christian do 

Clique no nome dele e participe também!





O VELHO MOREIRA 

(Anne Lieri) 



Este “causo” que vou contar refere-se a uma lenda que diz respeito ao meu avô materno.



Não sei até que ponto é verdade, mas a história, pesquisada pelos alunos da escola municipal Altamiro Pinto de Moraes, deixa todo mundo de cabelo em pé!



Meu avô tinha um sitio aqui em São Paulo, perto de Juquitiba, na chamada Estrada das Marrecas.



Ele amou aquele sítio e foi muito feliz nele até infelizmente, falecer.



Após sua morte conta uma vizinha, dona Lourdes, que as pessoas começaram a relatar fatos estranhos na casa vazia.



Sons de passos, velas acesas flutuando pelo corredor e diziam até ter visto o velho Moreira capinando no quintal.


Conta Lourdes que um rapaz lá entrou uma vez e saiu correndo, de cuecas na mão, assustado pelo fantasma do Sr.Moreira!


Meu avô não gostava mesmo de intrusos!


Mas o que me faz duvidar um pouco dessa história é quando contam que muitas pessoas vêem o velho Moreira sentado na varanda, pitando seu cachimbo.



Eu nunca vi meu avô fumar!


Só se lá no céu resolveu adotar o vicio afinal, já morreu mesmo!

Pra que se preocupar com a saúde?



Pelo sim, pelo não aconselho não passar lá por perto sozinho!


Quem me mandou essa história foi meu primo Sergio Moreira que mora em Itapecerica da Serra e sempre teve adoração pelo sítio e, como todos nós, pelo velho Moreira! 

Valeu,Sergio!

Vejam o livro dos professores da escola:




19 comentários:

Paulo Francisco de Araujo disse...

Verdade ou não, é uma boa história e isto basta.
Um beijo grande

Cozinha de Mulher disse...

Anne que delícia de ler..
Apesar de que quero ficar be longe de lá rsr Sou medrosa por natureza rsrs
Essa BC tá demais né?
Um beijo carinhoso e um sábado mais que lindo viu?

✿ chica disse...

Esses causos são lindos e também nãoi passaria por lá!! beijos,chica e bela participação! chica

Everson Russo disse...

Legal a história,,,sempre bom esses contos passados....beijos amiga e um bom sábado pra ti.

D. Garcia disse...

História boa é pra ser contada e´, por que não, até vivenciada?! Causo dos bãos esse aí... rs
Só não passo por lá porque é do gosto dele ficar só; senão, o papo iria rolar solto naquela varanda... :)
Bom fim de semana. Abraços.

Idalia Henriques disse...

Com cachimbo ou sem cachimbo, alguma coisa se passa por lá. A maioria das histórias (ou todas) tem sempre algum fundamento.
Gostei de ler.
Beijinho e bom fim de semana.
http://falandocomosmeusbotoes.blogspot.com

Clara disse...

Anne, na minha família tem muita história assim tbm...
Tinha muito feiticeiro, benzedor, macumbeiro... todos como lendas. E eu ouvia e morria de medo!

Beijos, querida!

Clara disse...

Anne, não sei se eu respondi sobre àquela crônica que me pediu... acho que não...
Eu vou fazer essa semana e te envio, ok?
Beijos

Tunin disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Tunin disse...

Anne, a história como "causo" é típica do interior. Por cá, existem essas mesmas histórias de pessoas que morreram e continuaram fantasmando em seus antigos espaços.
Quem se foi, segundo a bíblia, está dormindo, esperando a volta do Senhor Jesus para que o seu corpo seja ressuscitado.
Como literatura é um excelente causo.A meninada ama ouvir.
Abração, querida!

Marina disse...

Um conto delicioso de se ler, e leve apesar do aspecto "sinistro" do causo.
Nossa, achei o máximo os alunos de uma escola terem pesquisado, e a história ter ido parar em um livro, show de bola!
Interessante, quando alguém que era muito apegado à casa falece, como logo começa a aparecer este tipo de história, como se a pessoa não conseguisse partir dali.. até que ponto o sobrenatural acontece, ou a imaginação das pessoas contribui?
Adorei seu blog, vou seguir.
Abraços!

Profª Lourdes disse...

Olá Anne! Passei para te deixar um abraço e desejar-te uma linda noite e um Domingo abençoado. Querida, tem presente pra você no meu blog. Veja link na lateral do blog: PRÊMIO DARDOS. Espero que goste, bjuss

VERINHA disse...

Olá Anne
Adorei sua participação,parabéns. Ficou maravilhosa,este causo não conhecia.Adorei.
Um Domingo maravilhoso, beijinhos.

LUCONI disse...

Anne adorei o conto, acabei rindo agora a gente morre e então começa a fumar,rsrsrsr eta povo que aumenta, beijos Luconi

Cris Henriques disse...

Olá Anne!

Parabéns pelo causo. Gostei de ler. Se o teu avô não fumava, talvez não seja o espírito dele que vagueia por lá na casa.

Também estou a participar nesta bc.

Um bom domingo.

Beijinhos,

Cris Henriques

http://oqueomeucoracaodiz.blogspot.pt/2012/10/3-bc-escritos-lisergicos-lendas-urbanas.html

Christian V. Louis disse...

Bom dia Anne. Alguns espíritas e espiritualistas acreditam que realmente há pessoas que falecem e são tão apegadas aos seus lugares, que ficam presas à matéria, ou seja, acreditam que não morreram, que ainda estejam vivas e por esta razão, ocorrem fenômenos semelhantes a estes citados em seu texto.
Eu não sei até onde isto possa ser verídico, há diversas explicações, desde racionais, paranormais, até das mais simplórias, no entanto, para se fazer uma pesquisa, talvez haja algum fundamento, apenas creio que muita gente também aumenta "os causos" como foi o caso do cachimbo.
Meus muitos parabéns e obrigado pela participação!

=> CLIQUE => Escritos Lisérgicos...

Sônia Silvino (Crazy about Blogs) disse...

Nada melhor do que uma boa história!!! Adorei!
Beijoooo!

Luma Rosa disse...

Foi criada uma lenda!! Pelo bem que mal fumar um cachimbo quer dizer: Estou em paz! Não à toa dizem "Fumou o cachimbo da paz". Beijus,

Patricia Galis disse...

O pessoal que morava em sitio tem muitas coisas mesmo para contar, gostei demais da sua participação e quem sabe né eu que não preciso ver pra crer kkk

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